Os inibidores da SP-C incluem vários produtos químicos que modulam direta ou indiretamente a função da proteína C do surfactante (SP-C), um componente crítico do surfactante pulmonar. A amiodarona e a cloroquina afectam indiretamente a SP-C através da disfunção lisossomal, perturbando o processamento e a maturação da SP-C. A brefeldina A inibe diretamente o tráfico de SP-C através da perturbação da função do aparelho de Golgi, comprometendo a incorporação de SP-C no surfactante. O nelfinavir induz o stress do ER, influenciando a SP-C através da sua deformação e degradação.
A azitromicina, a bafilomicina A1 e a tunicamicina afectam a SP-C indiretamente, visando a função mitocondrial, a acidificação lisossomal e a glicosilação ligada a N, respetivamente. A dexametasona modula a transcrição da SP-C através da interação com os receptores de glucocorticóides. A rapamicina, um inibidor da mTOR, influencia os processos celulares relacionados com a síntese de surfactante, afectando a produção de SP-C. A concanamicina A perturba a acidificação lisossomal, afectando o processamento e a degradação da SP-C. O cetoconazol, um agente antifúngico, influencia a SP-C ao afetar a homeostase do colesterol. O 4-fenilbutirato, que actua como uma chaperona química, atenua o stress do ER, promovendo a dobragem adequada e o tráfico de SP-C.
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