Os activadores químicos da RSPH9 incluem um conjunto diversificado de compostos que podem promover a sua ativação através de diferentes vias e mecanismos de sinalização celular. O ácido fosfatídico e o diacilglicerol (DAG) são moléculas derivadas de lípidos que podem ativar a proteína quinase C (PKC). Após a ativação, a PKC fosforila a RSPH9, resultando na sua ativação funcional. A forskolina, ao aumentar os níveis intracelulares de cAMP, e o isoproterenol, como agonista beta-adrenérgico, levam ambos à ativação da proteína quinase A (PKA). A PKA activada pode então fosforilar a RSPH9, aumentando assim a sua atividade. Do mesmo modo, o galato de epigalocatequina (EGCG) inibe as fosfodiesterases, o que também provoca um aumento dos níveis de AMPc e a subsequente ativação da PKA, levando à fosforilação e ativação da RSPH9.
A ionomicina e a A23187 (calcimicina) actuam como ionóforos do cálcio, aumentando os níveis de cálcio intracelular, o que pode ativar as proteínas quinases dependentes da calmodulina. Estas cinases, por sua vez, têm a capacidade de fosforilar e ativar a RSPH9. O fluoreto de sódio estimula várias fosfatases e cinases, levando potencialmente à fosforilação e ativação da RSPH9. O ácido ocadaico inibe as proteínas fosfatases PP1 e PP2A, o que resulta numa maior fosforilação das proteínas, incluindo a RSPH9, promovendo assim a sua ativação. A anisomicina ativa as vias da MAP quinase, o que poderia levar à ativação do RSPH9 através da fosforilação mediada por quinase a jusante. Por último, a inibição da GSK-3 pelo cloreto de lítio pode impedir a inibição da RSPH9, promovendo assim indiretamente a sua ativação através da ausência de fosforilação inibitória.
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