Os inibidores da tepsina, como os compostos Brefeldina A, Monensina e Golgicida A, perturbam a estrutura e a função do aparelho de Golgi e dos endossomas, que são fundamentais para a via de recuperação do endossoma para o Golgi, na qual se sabe que a tepsina participa. A integridade e a função destes organelos são essenciais para que a tepsina possa desempenhar o seu papel na seleção e separação da carga.
Além disso, os inibidores que perturbam o citoesqueleto, como o Nocodazole, a Citochalasina D, a Latrunculina A e o ML141, alteram o transporte e a organização das vesículas, que é um aspeto fundamental do envolvimento da tepsina no tráfico celular. O Nocodazole e o Paclitaxel têm efeitos opostos sobre os microtúbulos, mas ambos resultam numa alteração da dinâmica do transporte de vesículas que é necessária para a função da tepsina. A citocalasina D e a latrunculina A têm como alvo os filamentos de actina, que também estão implicados na manutenção das vias de transporte vesicular em que a tepsina actua. Outros inibidores, como o Dynasore, o Chlorpromazine e o Pitstop 2, visam especificamente a maquinaria endocítica. Ao inibir a dinamina ou ao bloquear a endocitose mediada pela clatrina, estes compostos podem perturbar os processos de triagem endossómica de que a tepsina faz parte. Por último, a genisteína visa amplamente as vias de sinalização através da inibição das tirosina quinases, levando a alterações na sinalização que podem governar a atividade da tepsina na triagem de proteínas.
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