Os activadores químicos do recetor olfativo OR2Z1 incluem uma gama de compostos que se encontram normalmente nos óleos essenciais e nos aromas. Estes activadores, como o citral, o eugenol, o mentol, o geraniol, o acetato de isoamilo, o anetol, o cinamaldeído, o isoeugenol, o limoneno, o benzaldeído, a etil vanilina e o acetato de hexilo, partilham a capacidade de se ligarem e iniciarem uma cascata de sinalização na proteína OR2Z1. O processo começa quando uma destas substâncias químicas encontra a OR2Z1, encaixando-se no domínio de ligação do recetor como uma chave numa fechadura. Esta interação provoca uma alteração estrutural no recetor, que, por sua vez, desencadeia a troca de GDP por GTP na proteína G associada, activando-se assim.
Após a ativação, a proteína G liga-se à adenilato ciclase, estimulando esta enzima a converter o ATP em AMP cíclico (cAMP). À medida que o AMPc se acumula, funciona como um mensageiro secundário, activando a proteína quinase A (PKA). A PKA activada fosforila várias proteínas alvo dentro da célula, levando a uma reação em cadeia que, em última análise, resulta numa resposta fisiológica. Esta série de eventos traduz o sinal químico do composto ativador num efeito biológico. Cada uma das substâncias químicas acima mencionadas pode iniciar eficazmente esta via ligando-se ao OR2Z1, assegurando que o recetor pode responder a uma gama diversificada de moléculas de cheiro, contribuindo assim para a complexidade e riqueza das capacidades do sistema olfativo.
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