Os inibidores químicos do RBMS2 podem exercer os seus efeitos inibitórios através de uma variedade de mecanismos bioquímicos e celulares. A esturosporina, um inibidor da cinase, pode perturbar as principais vias de sinalização essenciais para a função do RBMS2 na ligação e modulação do ARN. Ao inibir estas cinases, a estauroesporina pode alterar o estado de fosforilação das proteínas que interagem com o RBMS2 ou que estão envolvidas na sua regulação. O LY294002 e a rapamicina têm como alvo a via PI3K/AKT/mTOR, que é essencial para o crescimento celular e o metabolismo. O LY294002 inibe diretamente a PI3K, o que pode atenuar a sinalização da AKT e afetar indiretamente a atividade da RBMS2. A rapamicina, ao inibir a mTOR, pode diminuir a fosforilação de proteínas a jusante que podem interagir com o RBMS2, inibindo assim a sua função.
A spliceostatina A e a pladienolida B visam especificamente a maquinaria de splicing, que está intimamente relacionada com a função da RBMS2 no processamento do ARN. Ao inibir o splicing dos pré-mRNAs a que se liga o RBMS2, a espliceostatina A pode inibir funcionalmente o RBMS2. Do mesmo modo, a pladienolida B perturba a função do spliceossoma, o que pode levar a uma inibição funcional da atividade de ligação ao ARN do RBMS2. Os inibidores da MEK, como o U0126 e o PD98059, podem afetar a via de sinalização ERK, que pode regular processos essenciais para a atividade da RBMS2; assim, a inibição da MEK pode levar a uma inibição da RBMS2. A leflunomida, ao inibir a síntese de pirimidina, pode influenciar a disponibilidade de substratos de ARN a que o RBMS2 se ligaria normalmente, inibindo assim a sua função. A 5-azacitidina, que se incorpora no ARN, pode interferir com as interacções ARN-proteína, inibindo diretamente a capacidade da RBMS2 para se ligar aos seus alvos de ARN. A triptolida perturba os processos de transcrição, o que inibe indiretamente o RBMS2 ao reduzir o ARN disponível para ligação. O flavopiridol inibe as CDK, afectando a regulação da transcrição e a progressão do ciclo celular, o que pode inibir o papel da RBMS2 no processamento do ARN. Por último, a actinomicina D intercala-se no ADN, inibindo a transcrição, reduzindo assim o conjunto de substratos de ARN essenciais para a interação e a função da RBMS2.
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