Sabe-se que certos compostos influenciam a ativação do GAGE2D através de vias indirectas, modulando a sinalização celular ou a expressão genética. Por exemplo, as moléculas que aumentam os níveis intracelulares de AMP cíclico (AMPc) podem desencadear uma cascata de eventos, incluindo a ativação da proteína quinase A (PKA), que pode subsequentemente aumentar a atividade funcional do GAGE2D. Do mesmo modo, os análogos do diacilglicerol que estimulam a proteína quinase C (PKC) podem iniciar vias de sinalização a jusante que, em última análise, conduzem a uma regulação positiva da atividade do GAGE2D. Além disso, a inibição das fosfodiesterases, que resulta num aumento do AMPc e do GMP cíclico (GMPc), também pode amplificar potencialmente a função do GAGE2D através destes mediadores de sinalização.
Além disso, certos produtos químicos capazes de alterar a estrutura da cromatina e os estados epigenéticos, como os inibidores da histona desacetilase e os inibidores da DNA metiltransferase, podem aumentar a expressão do GAGE2D, aumentando a acessibilidade do seu locus genético à maquinaria transcricional. Os cofactores envolvidos na síntese de neurotransmissores e os ionóforos de zinco podem modular várias vias de sinalização e factores de transcrição, influenciando assim indiretamente a ativação do GAGE2D. Os compostos polifenólicos que interagem com múltiplos alvos celulares poderiam também levar a alterações transcricionais que favorecem a ativação do GAGE2D.
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