Date published: 2026-1-13

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ephrin-B3 Inibidores

Os inibidores comuns da efrina-B3 incluem, entre outros, a curcumina CAS 458-37-7, o resveratrol CAS 501-36-0, o D,L-sulforafano CAS 4478-93-7, a quercetina CAS 117-39-5 e o galato de (-)-epigalocatequina CAS 989-51-5.

Os inibidores da efrina-B3 são uma classe de compostos químicos concebidos para visar e modular a atividade da efrina-B3, um membro da família das efrinas das proteínas de superfície celular. As efrinas são moléculas cruciais envolvidas em vários processos celulares, incluindo a comunicação célula-célula, o desenvolvimento de tecidos e a formação de circuitos neurais. A efrina-B3, em particular, desempenha um papel fundamental na orientação dos axónios, na migração neuronal e na formação de sinapses no sistema nervoso central.

O principal mecanismo de ação dos inibidores da efrina-B3 reside na sua capacidade de perturbar a interação de ligação entre a efrina-B3 e o seu recetor cognato, EphB, que pertence à família dos receptores tirosina-quinase. Esta interação é essencial para a transmissão de sinais bidireccionais que orientam o crescimento axonal e regulam o posicionamento das células durante o desenvolvimento neural. Ao interferir com esta interação, os inibidores da efrina-B3 têm a capacidade de influenciar a ligação dos circuitos neurais, o que os torna uma ferramenta valiosa para os investigadores que estudam os processos de neurodesenvolvimento, a plasticidade neural e as doenças neurológicas. Estes inibidores podem ser fundamentais para investigar os intrincados mecanismos moleculares subjacentes à conetividade neural e podem oferecer perspectivas para o desenvolvimento de novas abordagens para tratar doenças neurológicas e do desenvolvimento neurológico.

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