Os activadores MAP LC3β não são activadores directos de LC3β, mas manipulam processos celulares como a autofagia, afectando assim indiretamente a lipidação e a funcionalidade de LC3β. Estes produtos químicos podem ser classificados principalmente com base nas suas vias-alvo. A rapamicina e o Torin 1 são inibidores do mTOR que despoletam a autofagia e, por conseguinte, conduzem a um aumento da lipidação do LC3β. O seu mecanismo envolve a desativação do mTOR, um regulador central do crescimento celular e da autofagia, levando à formação de autofagossomas onde o LC3β é um componente chave. Por outro lado, a cloroquina e a hidroxicloroquina impedem a fusão dos autofagossomas com os lisossomas, causando uma acumulação de LC3β lipidada.
Outro grupo de substâncias químicas, como a 3-metiladenina e a trealose, interage com as etapas de iniciação da autofagia. Por exemplo, a 3-Metiladenina inibe normalmente a autofagia, mas pode promover a lipidação de LC3β em condições celulares específicas. A trealose, por sua vez, estimula a autofagia através de uma via independente do mTOR. Existem também compostos multi-alvo como o SP600125, um inibidor da JNK, e o Verapamil, um bloqueador dos canais de cálcio, que são capazes de induzir a lipidação do LC3β em condições específicas. Por último, a metformina actua através da ativação da AMPK, uma via distinta da mTOR, para iniciar a autofagia e, assim, lipidificar o LC3β. Juntos, esses produtos químicos oferecem uma gama de abordagens mecanicistas para influenciar o nível celular de LC3β lipidada, ressaltando as complexas redes regulatórias que controlam essa proteína essencial na autofagia.
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