Os activadores de TRIM7 representam um conjunto eclético de substâncias químicas que percorrem várias vias celulares, preparadas para mediar indiretamente a expressão ou a atividade de TRIM7. Um exemplo primário é o ácido retinóico, conhecido pelo seu papel influente nos processos de transcrição dos genes, o que sugere um potencial aumento da expressão de TRIM7. Mergulhando no domínio dos compostos derivados de plantas, a curcumina e o resveratrol chamam a atenção. Estes fitoquímicos demonstraram modular uma série de vias de sinalização, o que leva à sua associação plausível com a atividade do TRIM7.
A 5-Aza-2'-desoxicitidina e a Tricostatina A, que manipulam a expressão genética através de mecanismos distintos de metilação do ADN e de desacetilação das histonas, respetivamente, apresentam-se como potenciais candidatos na cascata de ativação do TRIM7. Na frente das mensagens celulares, a ionomicina, um ionóforo, e o PMA, um ativador da proteína quinase C, esboçam uma via provável de influência sobre o TRIM7. Do mesmo modo, a interação do etoposido com a topoisomerase II do ADN sugere uma interação potencial, dadas as amplas respostas celulares aos danos no ADN. O butirato de sódio, com a sua capacidade de inibição da histona desacetilase, o MG132, como inibidor do proteasoma, e a anisomicina, um ativador da via MAPK, completam a lista.
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