Date published: 2025-11-29

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OLFM1 Inibidores

Os inibidores comuns do OLFM1 incluem, entre outros, a monensina A CAS 17090-79-8, o sunitinib, base livre CAS 557795-19-4, a genisteína CAS 446-72-0, a curcumina CAS 458-37-7 e a apigenina CAS 520-36-5.

Os inibidores de OLFM1 pertencem a uma classe química especializada e diferenciada que se centra na sua capacidade única de modular a atividade intrincada da proteína Olfactomedina 1 (OLFM1). A OLFM1, que se distingue por ser uma glicoproteína com atributos funcionais multifacetados, surge como um interveniente fundamental na orquestração de uma multiplicidade de fenómenos celulares, incluindo, entre outros, a adesão celular, a migração celular e a transdução de sinais. O papel fundamental do OLFM1 na promoção de interacções entre as células e a complexa matriz extracelular sublinha a sua indispensabilidade na condução da morfogénese dos tecidos e na preservação do equilíbrio celular. Os inibidores do OLFM1, ao envolverem-se intrinsecamente com o OLFM1, introduzem uma dinâmica reguladora que se espalha por uma série de comportamentos celulares que o OLFM1 regula. Esta modulação intrincada está preparada para ter implicações num vasto espetro de processos biológicos, embora as implicações exactas continuem a ser objeto de intensa exploração científica.

O meio químico dos inibidores de OLFM1 apresenta uma diversidade surpreendente, mostrando uma rica paisagem de arquitecturas moleculares. Esta diversidade, por definição, confere o potencial para sintetizar um repertório de inibidores, cada um deles dotado de potências e especificidades distintas. A comunidade científica dedica-se fervorosamente a decifrar a intrincada coreografia das interacções que ocorrem entre os inibidores OLFM1 e a enigmática proteína OLFM1. Simultaneamente, as ramificações a jusante destas interacções, à medida que reverberam através do complexo circuito celular, são temas de profundo interesse. Ao desvendar os mecanismos enigmáticos que sustentam as interacções entre os inibidores de OLFM1 e a proteína OLFM1, a comunidade científica obtém conhecimentos valiosos sobre a complexidade hipnotizante subjacente aos processos celulares fundamentais. Esta investigação abre simultaneamente novas vias de exploração para aplicações que abrangem várias facetas da investigação e do desenvolvimento, onde o potencial impacto dos inibidores da OLFM1 continua a revelar-se e a cativar a curiosidade científica.

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