Os inibidores da FNIP1 englobam uma variedade de compostos químicos que impedem a função da proteína 1 que interage com a foliculina através de várias vias moleculares distintas, concentrando-se principalmente na sua associação com a AMPK e a sinalização mTOR. Por exemplo, alguns inibidores têm como alvo o mecanismo de deteção de energia da FNIP1, interferindo na produção de ATP, dificultando assim a interação da FNIP1 com a AMPK, um regulador fundamental da homeostase energética celular. Outros compostos conseguem a inibição funcional do FNIP1 através da modulação da via mTOR, quer inibindo diretamente o complexo mTOR, quer activando reguladores ascendentes como a AMPK. Estas interacções são críticas, uma vez que se sabe que o FNIP1 desempenha um papel no intrincado equilíbrio do crescimento celular, utilização de energia e metabolismo.
Outro grupo de inibidores do FNIP1 actua influenciando a atividade de enzimas e moléculas que estão a montante ou a jusante do FNIP1 nas suas vias de sinalização. Os inibidores que reduzem a atividade do mTOR diminuem indiretamente a função do FNIP1, dado o papel do FNIP1 na cascata de sinalização do mTOR. Os compostos que activam ou inibem a AMPK também podem provocar um efeito inibitório indireto no FNIP1, alterando a sinalização mTOR à qual o FNIP1 está associado. Adicionalmente, moduladores de SIRT1 e outras enzimas envolvidas em processos de desacetilação podem levar a uma inibição indireta de FNIP1, mostrando a complexidade da sua rede reguladora e os diversos mecanismos pelos quais a sua atividade pode ser modulada.
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