Os activadores do FIBCD1 dividem-se em duas classes proeminentes com base no seu modus operandi. A primeira classe, que inclui compostos como o EGF, a Clorpromazina e o Dynasore, funciona influenciando outras vias endocíticas que operam juntamente com o FIBCD1. Por exemplo, a clorpromazina e o Dynasore obstruem a endocitose mediada pela clatrina, resultando numa maior dependência do FIBCD1 para os processos endocíticos. Esta obstrução reforça o papel endocítico do FIBCD1, tornando outras vias menos competitivas. A genisteína segue uma lógica semelhante; ao suprimir a endocitose dependente da caveolina, amplifica o papel do FIBCD1 neste processo celular.
A segunda classe de activadores, incluindo Phorbol 12-myristate, Wortmannin e Latrunculin A, actuam mais diretamente nas vias bioquímicas que envolvem FIBCD1. O forbol 12-miristato, por exemplo, ativa a PKC, envolvendo assim a endocitose mediada por lipídios, um mecanismo em que o FIBCD1 também pode participar. A latrunculina A e a citocalasina D perturbam a polimerização da actina e, ao fazê-lo, sublinham a importância das vias endocíticas do FIBCD1 que são independentes da actina. Ao afetar estas vias, os compostos podem melhorar as funções endocíticas regidas pelo FIBCD1.
VEJA TAMBÉM
Items 201 to 11 of 11 total
Mostrar:
| Nome do Produto | CAS # | Numero de Catalogo | Quantidade | Preco | Uso e aplicacao | NOTAS |
|---|