Os activadores da MBIP englobam um grupo de entidades químicas que podem influenciar a atividade da proteína MBIP. Esta classe inclui principalmente compostos que, através de vários mecanismos e vias celulares, podem levar a uma maior atividade ou expressão da MBIP. Distintamente, a maioria destes activadores são compostos de origem natural, muitos dos quais de natureza polifenólica, o que sugere um papel significativo dos produtos naturais na modulação desta proteína.
Entre os membros proeminentes desta classe encontram-se compostos como a 5-Azacitidina, um inibidor da DNA metiltransferase. Ao inibir esta enzima, a 5-Azacitidina pode alterar a expressão de uma série de genes, levando assim à possível ativação da MBIP. O resveratrol, um composto polifenólico presente nas uvas e no vinho, é conhecido por ativar as sirtuínas, que por sua vez podem ter impacto em várias expressões e vias genéticas, incluindo a da MBIP. Do mesmo modo, o EGCG, o principal polifenol do chá verde, demonstra a capacidade de modular uma série de alvos moleculares, que podem influenciar a atividade da MBIP. Flavonóides como a Quercetina, o Kaempferol e a Rutina, entre outros, modulam várias vias e mecanismos celulares, influenciando assim indiretamente a atividade da MBIP. A curcumina, outro composto polifenólico, tem uma vasta gama de interacções moleculares, o que lhe permite afetar a atividade da MBIP.
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