Os activadores Rab 7b são compostos químicos que exercem influência no tráfico vesicular e na dinâmica endossomal, modulando assim a atividade da proteína RAB7B. Este grupo de substâncias químicas, embora não actue diretamente sobre o RAB7B, pode alterar os processos e vias celulares nos quais o RAB7B desempenha um papel fundamental. A bafilomicina A1, por exemplo, destaca-se como um inibidor da ATPase vacuolar. Ao modular a acidificação endossómica, pode remodelar a paisagem endossómica, afectando assim o papel desempenhado pelo RAB7B no movimento vesicular. Do mesmo modo, a monensina, um antibiótico ionóforo, introduz alterações no transporte vesicular, influenciando a função do RAB7B na dinâmica das vesículas.
Por outro lado, substâncias químicas como a cloroquina perturbam a função dos endossomas ao elevarem os níveis de pH, o que leva a um efeito indireto no papel do RAB7B no tráfico vesicular. Compostos como o Dynasore, que actuam como inibidores da dinamina, têm como alvo a própria formação de vesículas endocíticas, afectando ainda mais os processos vesiculares a jusante em que o RAB7B está ativo. A Wortmannin e o LY294002, ambos inibidores da PI3 quinase, exemplificam ainda mais os diversos mecanismos destes activadores, uma vez que alteram o transporte vesicular e a endocitose, influenciando consequentemente a dinâmica do RAB7B. Entretanto, agentes como o Nocodazole e a Latrunculina A visam proteínas estruturais como os microtúbulos e os filamentos de actina, respetivamente. Ao modularem as bases estruturais do transporte celular, modificam indiretamente o campo funcional do RAB7B. Por último, a ação da Manumicina A, um inibidor da farnesiltransferase, sublinha a complexidade desta classe química, afectando o processo de prenilação vital para a funcionalidade de muitas proteínas RAB.
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