A forskolina destaca-se por estimular diretamente a adenilil ciclase, aumentando assim os níveis intracelulares de AMP cíclico (cAMP), um mensageiro crítico nas vias mediadas por GPCR, que por sua vez influencia a OR5C1. A integridade deste sinal de AMPc é ainda apoiada por um grupo de inibidores da fosfodiesterase, como o IBMX, a cafeína, a teofilina, o rolipram e o zaprinast, que impedem a degradação do AMPc, mantendo a sua concentração na célula e, consequentemente, sustentando a sinalização do recetor OR5C1.
Além disso, outros compostos interagem com GPCRs distintos, mas acabam por convergir para as mesmas cascatas de sinalização que o OR5C1. A prostaglandina E2, por exemplo, liga-se aos seus próprios receptores, mas conduz a um aumento dos níveis de AMPc, afectando assim a atividade da OR5C1. O isoproterenol, um agonista beta-adrenérgico, funciona da mesma forma, promovendo a produção de AMPc e influenciando a sinalização do recetor OR5C1. O GTPγS, um análogo não hidrolisável do GTP, ativa as proteínas G, que são os efectores a jusante na sinalização dos GPCR, pelo que pode modular a atividade do OR5C1 afectando o ambiente de sinalização do recetor. Além disso, o ionóforo de cálcio A23187, ao aumentar os níveis de cálcio intracelular, e o nitroprussiato de sódio, ao libertar óxido nítrico, podem também alterar as vias de sinalização dos GPCR, apresentando assim mecanismos alternativos para modular a função do OR5C1.
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