A forskolina, por exemplo, é bem conhecida pela sua capacidade de estimular a adenilil ciclase, elevando assim os níveis de AMPc e activando as proteínas quinases dependentes de AMPc, que são fundamentais para numerosos processos de sinalização. Do mesmo modo, o 12-miristato 13-acetato de forbol (PMA) é um potente ativador da proteína quinase C (PKC), uma família de enzimas essenciais para a regulação de diversas respostas celulares.
Os efeitos destes activadores não se limitam ao início de cascatas de sinalização através da ativação da quinase. Compostos como a ionomicina alteram as concentrações de iões intracelulares, afectando diretamente as vias de sinalização do cálcio e o conjunto de proteínas sensíveis aos fluxos de cálcio. Por outro lado, o papel do ácido ocadaico como inibidor da fosfatase impede a desfosforilação das proteínas, mantendo-as assim num estado ativo, o que poderia perpetuar os processos de sinalização relevantes para o C9orf68. A manipulação da atividade da quinase por inibidores específicos como o LY294002 e o U0126 também pode levar a efeitos a jusante na função das proteínas e na interação nas redes de sinalização. Estes compostos, ao inibirem a PI3K e a MEK, respetivamente, exemplificam o controlo intrincado das vias de sinalização através de uma intervenção específica. Inibidores como a rapamicina demonstram a capacidade de interferir com reguladores celulares mais globais, como o mTOR, afectando um conjunto de proteínas envolvidas no crescimento e proliferação celulares. Paralelamente, compostos como o SB203580 e o PD98059, que inibem seletivamente a p38 MAP quinase e a MEK1, demonstram a especificidade com que os activadores podem modular as vias de sinalização.
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