Date published: 2025-11-29

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ARRDC5 Ativadores

Os Activadores ARRDC5 comuns incluem, mas não estão limitados a Forskolin CAS 66575-29-9, IBMX CAS 28822-58-4, PMA CAS 16561-29-8, Calyculin A CAS 101932-71-2 e Ácido Okadaico CAS 78111-17-8.

Os activadores químicos do domínio da arrestina contendo 5 utilizam vários mecanismos celulares para modular a atividade da proteína. A forskolina actua estimulando diretamente a adenilato ciclase, aumentando assim a produção de AMP cíclico (cAMP). Este aumento dos níveis de AMPc ativa subsequentemente a proteína quinase A (PKA), que por sua vez pode fosforilar o domínio da arrestina contendo 5, levando à sua ativação. Do mesmo modo, o IBMX actua para elevar os níveis de AMPc inibindo a ação das fosfodiesterases, que normalmente decompõem o AMPc. Os elevados níveis de AMPc daí resultantes promovem ainda mais a atividade da PKA e a subsequente fosforilação do domínio 5 da arrestina. O PMA, por outro lado, ativa a proteína quinase C (PKC), uma quinase que também pode fosforilar o domínio 5 da arrestina, alterando a sua atividade. Além disso, a calicilina A e o ácido ocadaico, inibidores das fosfatases proteicas 1 e 2A, impedem a desfosforilação das proteínas, o que pode resultar numa fosforilação sustentada ou reforçada e na consequente ativação do domínio 5 da arrestina.

Para além disso, contribuem para a regulação do domínio 5 da arrestina os produtos químicos que afectam as vias de sinalização através de diferentes mecanismos. O cloreto de zinco pode influenciar a atividade de várias cinases e fosfatases, conduzindo potencialmente à fosforilação do domínio arrestina contendo 5. O galato de epigalocatequina (EGCG) também interage com estas enzimas, possivelmente aumentando o estado de fosforilação do domínio arrestina contendo 5. A esfingosina-1-fosfato ativa os seus receptores e pode iniciar uma sinalização a jusante que pode culminar na ativação do domínio 5 da arrestina através de eventos de fosforilação. A anisomicina, através da sua ação sobre as proteínas cinases activadas pelo stress, e o ácido fosfatídico, através do seu papel na ativação da via de sinalização mTOR, podem contribuir para a fosforilação e ativação do domínio arrestina contendo 5. Por último, o ácido oleico pode alterar a fluidez da membrana e a atividade das proteínas associadas à membrana, potencialmente iniciando cascatas de sinalização que resultam na fosforilação e ativação do domínio arrestina contendo 5. Cada um destes produtos químicos, através de interacções moleculares distintas, pode levar à ativação do domínio arrestina contendo 5, influenciando o seu estado de fosforilação.

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