Activadores da NHPX é um termo que engloba, de uma forma geral, substâncias químicas capazes de influenciar a atividade ou os níveis da proteína NHPX (SNU13). Embora os activadores directos da NHPX não estejam definitivamente caracterizados, vários compostos podem interagir com vias ou processos celulares relacionados com a função da NHPX.
O AICAR, por exemplo, afecta a via de sinalização da AMPK, que pode ter efeitos a jusante em vários componentes celulares, incluindo a formação de complexos de ribonucleoproteínas, onde a NHPX desempenha um papel. Do mesmo modo, a rapamicina modula a sinalização mTOR, um mecanismo fundamental na síntese proteica e na atividade ribossómica, processos intimamente ligados ao nicho funcional ocupado pela NHPX. A incorporação de 5-Azacitidina, um inibidor da DNA metiltransferase, pode afetar a expressão de genes, incluindo os associados às ribonucleoproteínas. A actinomicina D e a puromicina inibem, respetivamente, a síntese de ARN e a síntese de proteínas, ambas cruciais para a montagem e o funcionamento efectivos das ribonucleoproteínas. Os inibidores do proteassoma, como o MG132, asseguram a estabilidade das proteínas, impedindo a sua degradação, enquanto o resveratrol, através do seu efeito na atividade da SIRT1, pode exercer um efeito de ondulação em numerosas proteínas, incluindo as de natureza ribonucleoproteica. A Wortmannin e o LY294002, ambos inibidores da via PI3K, modulam vários processos celulares, que podem tocar o domínio da NHPX. Por último, o papel da ciclo-heximida na interrupção da síntese proteica e a influência da cloroquina na funcionalidade dos endossomas/lisossomas podem também cruzar-se com vias ou processos que envolvem a NHPX.
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