Date published: 2026-1-13

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CLEC-18C Inibidores

Os inibidores comuns do CLEC-18C incluem, entre outros, a Lovastatina CAS 75330-75-5, o Lítio CAS 7439-93-2, o SB 431542 CAS 301836-41-9, o Tamoxifeno CAS 10540-29-1 e a 2-Desoxi-D-glicose CAS 154-17-6.

Os inibidores CLEC-18C incluem uma gama diversificada de compostos que modulam indiretamente a atividade da proteína CLEC-18C, que é codificada pelo gene CLEC-18C. Estes compostos não são inibidores directos; em vez disso, influenciam a atividade da proteína através de várias vias e processos celulares. Esta abordagem indireta é crucial, dada a natureza complexa da regulação das proteínas nos sistemas celulares, onde a modulação direta é frequentemente difícil ou insuficiente. Um membro notável desta classe é a Lovastatina, um composto conhecido por inibir a HMG-CoA redutase, afectando assim as vias de síntese do colesterol. A sua potencial influência no CLEC-18C sublinha a importância do metabolismo lipídico na modulação das actividades proteicas. O cloreto de lítio, outro membro, actua como inibidor da GSK-3 e modula a sinalização Wnt, que é fundamental na comunicação celular e pode ter impacto na atividade do CLEC-18C. Do mesmo modo, o SB431542, ao inibir os receptores TGF-beta, altera a dinâmica da sinalização celular, afectando potencialmente a atividade do CLEC-18C.

O tamoxifeno e a 2-desoxi-D-glucose representam outra dimensão desta classe. O tamoxifeno, como modulador dos receptores de estrogénio, tem impacto nas vias de sinalização hormonal, enquanto a 2-Deoxi-D-glicose, um inibidor da glicólise, influencia o metabolismo energético celular, podendo ambos afetar indiretamente a atividade do CLEC-18C. Antioxidantes como a N-acetilcisteína demonstram a importância da resposta ao stress oxidativo na modulação das proteínas, sugerindo que a gestão do stress oxidativo pode influenciar a CLEC-18C. O papel do ADN e da expressão genética na regulação das proteínas é exemplificado pela 5-Azacitidina e pela Doxorrubicina. A 5-Azacitidina, como inibidor da DNA metiltransferase, afecta a expressão genética, o que pode ter impacto na CLEC-18C. A doxorrubicina, ao afetar a replicação do ADN, também tem o potencial de modular a atividade do CLEC-18C. O paclitaxel e a oxaliplatina, que afectam a divisão celular e os mecanismos de reparação do ADN, respetivamente, realçam a importância dos processos de divisão celular na regulação das proteínas. Por último, compostos como o Sorafenib e o Celecoxib ilustram a importância da inibição da quinase e da modulação da inflamação na atividade da proteína. O sorafenib, um inibidor da cinase, afecta as vias de sinalização celular, enquanto o Celecoxib, um inibidor da COX-2, demonstra a influência da inflamação nas funções das proteínas. Em resumo, a classe dos inibidores da CLEC-18C caracteriza-se pelos seus diversos mecanismos de ação, contribuindo cada um deles para a regulação da proteína CLEC-18C através da modulação indireta das vias celulares. Estes inibidores oferecem conhecimentos sobre a natureza complexa da regulação da proteína e destacam a interação entre vários processos celulares e a atividade da proteína. Esta classe serve como uma ferramenta crítica para a compreensão dos mecanismos multifacetados que regem a função das proteínas e fornece pistas para a exploração de novas estratégias de regulação.

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